O coronavírus nos trouxe um momento diferente quando se trata do dinheiro público e seu gasto: A OPORTUNIDADE DE PREFEITOS GASTAREM O DINHEIRO PÚBLICO SEM LICITAÇÃO. Isso foi seguido por todos os prefeitos? Não, mas em Camboriú foi assim.
“Estamos de olho, acompanhando os gastos públicos em nosso município, pois é preciso fiscalizar fazer uma análise racional das medidas de combate à pandemia, verificando sua licitude, aplicabilidade, eficiência e o mais importante: a impessoalidade nos gastos realizados com o nosso dinheiro”, declara o vereador.
Em Camboriú algumas contratações e aquisições foram realizadas somente com um orçamento; a população necessita de cestas básicas, e não têm, sendo que possuem dinheiro em caixa; foram realizados 1052 testes (boletim 18.06) no centro de triagem de Camboriú, em uma população de quase 90 mil habitantes isso equivale à 1,17% da população; pessoas assintomáticas e com sintomas leves não são testadas; o parlamentar solicitou um abono salarial aos profissionais da saúde, mas não obteve retorno; e continuam exonerando e contratando cargos comissionados.

O Vereador alega que até o momento não houve nenhuma ação diferenciada em nossa cidade em relação ao setor econômico e da educação. “O governo é muito lento em tomar decisões e não demonstra iniciativa, inovação e nenhum diferencial em relação as ações dos municípios vizinhos, quando o ideal é que cada município procure uma solução de acordo com as suas necessidades e realidade, desenvolvendo seu próprio planejamento de curto, médio e longo prazo, tanto para o enfrentamento do coronavírus como para o desenvolvimento da nossa economia local”.
“Concluímos hoje a segunda parte desta análise das despesas em relação à pandemia, seguimos agora para a próxima etapa que é confrontar os dados que estão no papel com a realidade das unidades de saúde”. finaliza o parlamentar.